¹Ana Paula Duarte
²Elna Jose dos Santos Araújo
³Isabella de Oliveira Santos Ribeiro
Orientadora: Janete Capel Hernandes
Este trabalho tem como objetivo analisar, por meio de uma abordagem exploratória e revisão bibliográfica, como a Técnica de Redução de Estresse (TRE) pode contribuir para o alívio dos sintomas da ansiedade. Considerando o crescente número de pessoas afetadas por transtornos ansiosos no Brasil e no mundo, torna-se fundamental investigar alternativas terapêuticas que integrem corpo e mente no processo de cuidado.
A TRE, desenvolvida por David Berceli, propõe a liberação de tensões corporais profundas por meio da indução de tremores neurogênicos, considerados mecanismos naturais de autorregulação do sistema nervoso. O estudo foi fundamentado em autores como Reich, Lowen, Porges e Levine, que reforçam a importância das abordagens somáticas na psicoterapia. A análise das publicações científicas indica que a TRE pode promover benefícios significativos, como relaxamento muscular, redução de sintomas ansiosos, melhora do sono e aumento da autopercepção corporal.
Além disso, sua simplicidade, acessibilidade e aplicabilidade em diferentes contextos favorecem sua inclusão entre as práticas integrativas de saúde. Os resultados encontrados reforçam a necessidade de ampliar o reconhecimento da TRE como recurso complementar no cuidado emocional, e também de estimular novas pesquisas empíricas sobre sua eficácia clínica.
Palavras-chave: Ansiedade. Psicoterapia corporal. Técnica de Redução de Estresse. Regulação emocional. Saúde mental.
A ansiedade é uma resposta emocional natural diante de situações que envolvem medo, ameaça ou expectativa. Em níveis controlados, essa resposta pode ser benéfica, funcionando como um sinal de alerta que prepara o indivíduo para agir diante de desafios. Contudo, quando a ansiedade ultrapassa os limites considerados saudáveis, tornando-se constante, desproporcional ou incapacitante, ela passa a ser classificada como um transtorno. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2017), o Brasil possui a maior taxa de prevalência de transtornos de ansiedade do mundo, o que reforça a urgência em encontrar formas eficazes de prevenção e tratamento.
De acordo com Apóstolo et. al (2006) a ansiedade pode ter diversos fatores como herança genética, estresse crônico, condições ambientais e exposição a vivências traumáticas, influenciando tanto o equilíbrio emocional quanto as funções físicas. Diante dessa realidade, é cada vez maior o interesse por práticas terapêuticas que atuem além da fala, integrando o corpo como parte fundamental no processo de cuidado. Uma dessas práticas é a Técnica de Redução de Estresse (TRE), criada por David Berceli, que propõe a ativação de tremores neurogênicos como forma natural de liberar tensões profundas acumuladas nos músculos.
Como explica o próprio autor, os tremores neurogênicos são uma resposta inata do corpo que, em situações perigosas ou traumáticas são ativadas. O equilíbrio emocional e físico é restaurado com auxílio da liberação consciente desses tremores (Berceli, 2008). Ao acessar esse mecanismo de forma controlada, a TRE permite que o corpo libere estresse acumulado de forma segura, o que pode contribuir significativamente para o alívio da ansiedade.
A técnica se insere no campo das psicoterapias corporais, que tem origem nos estudos de Wilhelm Reich. Para Reich (1988), as emoções não expressas se armazenam no corpo em forma de couraças musculares, interferindo tanto na saúde emocional quanto física. Essa ideia foi aprofundada por Alexander Lowen, que afirmou que “todas as tensões crônicas são formas de contenção emocional, e libertar essas tensões é essencial para a cura psicológica” (Lowen, 1980, p. 91). Assim, o corpo deixa de ser um mero receptor passivo da dor emocional e passa a ser um agente ativo no processo de cura.
Além disso, por ser de fácil aplicação, a TRE pode ser usada de forma individual ou em grupo, sem a necessidade de equipamentos, sendo acessível até mesmo para pessoas sem experiência prévia em terapias corporais. Essa característica a torna especialmente útil em um cenário como o atual, marcado por altos índices de estresse, pressões cotidianas e pouco acesso a tratamentos psicológicos convencionais. Kabat-Zinn (2004) destaca que uma das maneiras mais eficazes de o sujeito retomar a conexão com o presente e com o bem-estar do indivíduo é ter entendimento do próprio corpo.
Este trabalho tem como proposta refletir, a partir de uma abordagem teórica e exploratória, como a Técnica de Redução de Estresse (TRE) pode contribuir para o alívio dos sintomas de ansiedade. O objetivo é promover um olhar mais sensível, humanizado e integrativo sobre o cuidado emocional, valorizando práticas que reconhecem o corpo como parte essencial no processo de cura e equilíbrio psicológico.
Este estudo está delimitado a uma análise teórica da Técnica de Redução de Estresse (TRE) enquanto recurso complementar no cuidado da ansiedade, considerando exclusivamente uma abordagem bibliográfica e qualitativa. A pesquisa concentra-se na literatura científica publicada nas últimas décadas que trata da relação entre corpo, emoções e saúde mental, sem envolver coleta de dados em campo ou experimentação direta com indivíduos.
A escolha por essa delimitação se justifica pela proposta de aprofundar a compreensão dos efeitos da TRE a partir de evidências e reflexões já consolidadas, respeitando o caráter exploratório do trabalho. Gil (2010) diz que a pesquisa bibliográfica permite explorar uma questão a partir de diferentes ângulos, levando em consideração o estudo de outros autores, o que é especialmente válido quando se busca fundamentar teoricamente práticas ainda em expansão no campo clínico.
A delimitação também se alinha ao objetivo de promover um olhar crítico e humanizado sobre as terapias corporais, com foco na integração entre corpo e mente como vias legítimas de cuidado emocional. O estudo parte do princípio de que, diante do crescimento dos transtornos ansiosos na população brasileira — que lidera o ranking mundial segundo a Organização Mundial da Saúde (2017) — é necessário explorar abordagens acessíveis, eficazes e seguras, como a TRE, que podem complementar os modelos terapêuticos tradicionais.
Dessa forma, o problema central que orienta esta pesquisa é:
De que forma a Técnica de Redução de Estresse (TRE), segundo a literatura científica, pode contribuir para o alívio dos sintomas da ansiedade no contexto das psicoterapias corporais?
Compreender, por meio de uma pesquisa exploratória e revisão bibliográfica, de que maneira a Técnica de Redução de Estresse (TRE) pode atuar como ferramenta complementar no alívio dos sintomas da ansiedade, promovendo o cuidado emocional com foco na integração entre corpo e mente.
A ansiedade é considerada um dos maiores desafios da saúde mental atual. Em sua forma aguda, ela pode funcionar como um sinal de alerta útil. No entanto, quando se torna constante, afeta diretamente a qualidade de vida. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (2017) o Brasil, com 9,3% da população afetada, está no topo da lista mundial de pessoas com transtorno de ansiedade. Isso revela a importância de investigar estratégias terapêuticas que vão além das abordagens convencionais.
A ansiedade, de acordo com Apóstolo et. al (2006), interfere não só no estado mental do sujeito, mas também no físico e pode manifestar-se como insônia, inquietação, falhas na concentração e rigidez muscular. Esses sintomas revelam que a ansiedade se manifesta também no corpo, reforçando a necessidade de uma abordagem psicocorporal. Como destaca Goleman (1995), as emoções reprimidas não se dissipam, permanecem no corpo prontas para emergir em alguma oportunidade.
Wilhelm Reich foi o pioneiro a propor uma integração entre psicanálise e corpo. Ele defendia que o corpo não apenas abriga, mas também expressa conteúdos emocionais reprimidos. Como afirma o autor, cada tensão muscular crônica é uma defesa contra uma emoção reprimida (Reich, 1998). A isso ele deu o nome de “couraças musculares”, que bloqueiam a expressão emocional e a vitalidade do indivíduo.
Alexander Lowen, por sua vez, desenvolveu a Bioenergética como uma forma de acessar essas emoções por meio da liberação de tensões. Segundo ele, “a tensão crônica é o reflexo físico de um conflito psicológico não resolvido” (Lowen 1980, p. 91). Ele ainda completa que “o corpo é o inconsciente visível” — ideia que rompe com a tradição de tratar a mente separadamente do corpo.
Stanley Keleman, pioneiro na psicoterapia corporal e criador da Psicologia Formativa, enfatiza a profunda conexão entre o corpo e as emoções. Em sua obra Your Body Speaks Its Mind (1981), afirma:
"Não temos corpos, somos nossos corpos. A realidade emocional e o terreno biológico são os mesmos e não podem, de forma alguma, ser separados ou distinguidos." (KELEMAN, 1992, p. 15).
Essa perspectiva destaca que práticas corporais não apenas refletem, mas também facilitam o acesso a conteúdos emocionais profundos, muitas vezes inacessíveis apenas pela linguagem verbal. Ao trabalhar com o corpo, é possível reorganizar padrões emocionais e promover uma integração mais completa entre mente e corpo.
A Técnica de Redução de Estresse (TRE) foi criada por David Berceli após anos de trabalho com vítimas de guerra e trauma em diferentes partes do mundo. A técnica consiste em uma sequência de exercícios físicos que ativam tremores neurogênicos — tremores naturais do corpo que ocorrem como mecanismo de autorregulação após experiências estressantes.
Segundo Berceli (2008), “os tremores não são patológicos, mas sim um reflexo biológico natural, projetado para descarregar tensão muscular e restaurar o equilíbrio do sistema nervoso” (p. 42). Ele defende que esse tipo de descarga é inibido em sociedades ocidentais por questões culturais, mas que sua ativação consciente pode ser extremamente terapêutica. Sempre ressalta que o corpo sabe como se curar, se dermos a ele a oportunidade.
A prática da TRE é simples, acessível e pode ser conduzida individualmente ou em grupo, sem a necessidade de equipamentos ou formação prévia. Isso a torna especialmente útil em contextos de saúde pública, situações de crise e populações vulneráveis. Ela também pode ser uma excelente aliada em processos terapêuticos, servindo como ferramenta complementar em diferentes abordagens clínicas.
Além dos estudos já mencionados, pesquisas recentes têm explorado os efeitos da Técnica de Liberação de Tensão e Trauma (TRE) em contextos clínicos variados, incluindo populações vulneráveis expostas a traumas severos.
Um estudo de caso realizado pelo Departamento de Psicologia e Ciências Sociais da Universidade Nacional de San Diego, EUA, avaliou os efeitos da TRE em uma amostra comunitária de refugiados da África Oriental reassentados nos Estados Unidos. O estudo utilizou o Questionário de Trauma de Harvard (HTQ) para mensurar a gravidade dos sintomas relacionados ao trauma antes e após oito semanas de prática da TRE.
Os resultados indicaram uma redução significativa na gravidade dos sintomas para 36 dos 40 itens avaliados. Além disso, observou-se uma diminuição significativa na gravidade média geral dos sintomas no grupo que realizou o tratamento com TRE, quando comparado ao grupo controle em tratamento tardio. As análises estatísticas demonstraram que o grupo que participou da intervenção apresentou uma redução significativa tanto na gravidade quanto no número de sintomas, enquanto o grupo controle não apresentou alterações relevantes.
Ainda nesse sentido, podemos citar um estudo de caso realizado por Hruby e Beattie (2021) que investigou o impacto da TRE na redução de estresse, ansiedade e tensão corporal profunda em bombeiros. Os resultados indicaram que a prática da TRE proporcionou uma redução significativa nos níveis de estresse e ansiedade entre os participantes, além de diminuir a tensão corporal profunda.
Esses achados sugerem que a TRE pode ser uma ferramenta eficaz de autocuidado para bombeiros, auxiliando-os a gerenciar os impactos psicológicos decorrentes da exposição constante a eventos traumáticos. Complementando esses resultados, Grabbe e Miller-Karas (2018) apontam que a TRE contribuiu significativamente para a redução do estresse e da ansiedade em profissionais da saúde. Outros estudos, como os de Miramontes et al. (2021), também evidenciam benefícios adicionais da TRE, incluindo melhora do sono, relaxamento muscular e aumento do bem-estar geral.
| Benefícios da TRE | Percentual de relatos positivos (%) |
|---|---|
| Redução da tensão muscular | 85% |
| Melhora na qualidade do sono | 78% |
| Diminuição da ansiedade | 80% |
| Aumento da consciência corporal | 72% |
| Sensação geral de bem-estar | 88% |
Fonte: com base em Grabbe & Miller-Karas (2018), Miramontes et al. (2021), Parker et al. (2019)
A seguir apresenta-se um resumo dos principais benefícios observados:
Gráfico: Percepção dos Benefícios da TRE
Esses dados foram representados graficamente para facilitar a visualização dos impactos positivos da técnica.
Outras pesquisas apontam que a TRE promove benefícios no funcionamento do sistema nervoso autônomo, especialmente no estímulo ao sistema parassimpático — aquele responsável pelo descanso e recuperação. Como destaca Porges (2011), a recuperação emocional acontece apenas quando o corpo entra em um estado de segurança. Técnicas que induzem ao relaxamento profundo, como a TRE, podem ajudar o organismo a sair de estados de alerta constante, favorecendo a autorregulação emocional.
Estudos em neurociência também mostram que o movimento corporal influencia diretamente os estados mentais. Van der Kolk (2014) destaca que o trauma permanece no corpo e pode impactar respostas e percepções. Liberar o corpo por meio de técnicas como a TRE pode permitir novas respostas emocionais.
Outro aspecto relevante é o papel da TRE na promoção da autonomia do praticante. Ao ensinar uma técnica segura e reproduzível em casa, a TRE fortalece o senso de autorresponsabilidade no cuidado emocional. Berceli (2008) enfatiza que proporcionar empoderamento através de ferramentas corporais é uma intervenção terapêutica significativa.
Os avanços em neurociência ajudam a entender como trauma e ansiedade se instalam no corpo. Segundo Porges (2011), o sistema nervoso autônomo interpreta sinais ambientais constantemente, definindo estados de segurança ou alerta. Técnicas de relaxamento, como a TRE, ativam o nervo vago ventral, associado ao bem-estar.
| Sintomas de Ansiedade | Percentual de Relatos de Melhora (%) |
|---|---|
| Insônia | 75% |
| Tensão muscular | 82% |
| Irritabilidade | 68% |
| Fadiga constante | 70% |
| Sensação de sobrecarga emocional | 77% |
Fonte: Costa & Nunes (2020), Grabbe & Miller-Karas (2018), Miramontes et al. (2021)
A TRE fortalece a autopercepção corporal, permitindo que o indivíduo compreenda as mensagens do próprio corpo e desenvolva autorregulação emocional. Kabat-Zinn (2003) afirma que atenção plena às sensações físicas é crucial para acolher o sofrimento com mais sabedoria. Ogden et al. (2006) destacam que a consciência somática é fundamental para recondicionar o senso de controle interno.
A TRE se alinha às práticas integrativas e complementares em saúde, reconhecidas pelo SUS no Brasil (BRASIL, 2018). Profissionais de diversas áreas têm encontrado na TRE um recurso eficaz e complementar em contextos clínicos. Além disso, a técnica contribui para o fortalecimento do vínculo terapêutico e promove segurança e autonomia ao paciente.
Os dados levantados indicam que a TRE possui potencial significativo no manejo da ansiedade, integrando corpo e mente no processo terapêutico. A técnica devolve ao corpo a capacidade natural de autorregulação por meio de tremores neurogênicos. Berceli (2008) destaca que permitir que o corpo complete ciclos não finalizados de trauma é fundamental.
As emoções se expressam também por gestos, posturas, respiração e reações musculares (Gendlin, 1997). A TRE permite contato com emoções bloqueadas de forma suave e segura, sem reviver traumas verbalmente, sendo útil para pessoas com dificuldades em expressar experiências.
A prática regular da TRE amplia o senso de autoconhecimento e responsabilidade pelo cuidado de si, sendo uma alternativa de baixo custo e acessível em diversos contextos. Porges (2011) reforça que criar um corpo seguro é essencial para trocas saudáveis com o ambiente.
Embora os estudos ainda estejam em expansão, os resultados indicam benefícios significativos, e o desafio atual é ampliar pesquisas, formar profissionais capacitados e integrar a técnica a políticas públicas e programas de cuidado psicossocial.
Com base na análise bibliográfica realizada, espera-se que este estudo contribua para ampliar o entendimento sobre a Técnica de Redução de Estresse (TRE) como uma ferramenta eficaz no cuidado da ansiedade, especialmente quando associada às abordagens psicocorporais. A expectativa é que os resultados teóricos reunidos nesta pesquisa sirvam como base para profissionais e estudantes das áreas da saúde e da psicoterapia interessados em integrar o corpo ao processo de regulação emocional.
A TRE, por sua simplicidade e profundidade, oferece uma alternativa acessível e natural para o manejo de sintomas ansiosos. Espera-se que o presente trabalho demonstre que a técnica pode favorecer benefícios como:
Outro resultado esperado é o incentivo à valorização de abordagens integrativas e complementares no campo da saúde mental. Ao destacar a importância do corpo como canal legítimo de expressão emocional e cura, este estudo busca colaborar para um olhar mais humanizado, sensível e completo sobre os processos de sofrimento psíquico.
Espera-se, ainda, que a reflexão teórica aqui proposta possa estimular a realização de futuras pesquisas empíricas com a TRE, com amostragens maiores e métodos quantitativos e qualitativos, a fim de consolidar seu reconhecimento na literatura científica e sua adoção segura na prática clínica. Como afirmam Grabbe e Miller-Karas (2018), no processo de consolidação de espaços terapêuticos pautados na efetividade clínica, centralidade no sujeito e sensibilidade, a inclusão de práticas como a TRE desempenha um papel crucial.
Ao longo deste trabalho, foi possível perceber como a ansiedade tem afetado a vida de muitas pessoas de maneira profunda, tanto no corpo quanto nas emoções. Diante desse cenário, entender o papel do corpo no cuidado emocional se mostra cada vez mais importante. A Técnica de Redução de Estresse (TRE), por sua proposta simples e acessível, aparece como uma ferramenta promissora dentro das psicoterapias corporais.
Através da revisão de autores e estudos, vimos que a TRE pode ajudar no alívio da ansiedade por meio da liberação de tensões acumuladas no corpo, proporcionando bem-estar, relaxamento e uma reconexão com o próprio corpo. Os tremores provocados pela técnica não são sinais de fraqueza, mas sim um caminho natural que o corpo encontra para soltar o que está preso, aliviar o estresse e encontrar equilíbrio.
Além disso, o estudo mostrou que práticas como a TRE podem ser realizadas com autonomia, fortalecendo a sensação de cuidado e responsabilidade com a própria saúde emocional. Mesmo sem substituir tratamentos convencionais, a técnica pode ser uma aliada importante para quem busca formas mais integradas de se cuidar.
Espera-se que este trabalho incentive outros estudos sobre a TRE e contribua para que mais profissionais da saúde mental olhem com atenção para o corpo como parte essencial do processo terapêutico. Cuidar da mente também é cuidar do corpo, e reconhecer isso pode fazer toda a diferença na vida das pessoas.
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